Golos e bom ambiente no plantel ajudam João Couto a brilhar no Azagães

João Couto nunca perdeu muito tempo a pensar nos golos que marca. Prefere deixar-se levar pelo momento, e o atual dificilmente poderia ser melhor em termos individuais. Os três golos que apontou no triunfo do Azagães diante do Gafanha (11-1) atiraram-no para o topo da lista dos melhores marcadores do Campeonato Grande Hotel de Luso, um feito para um jovem, de 20 anos, que quer vingar no futsal.

O agora ala formou-se no futebol, entre Oliveira do Bairro e Anadia, até que o Atlético do Luso lhe viu potencialidades para o futsal. O impacto foi imediato, com os oito golos apontados pela equipa principal, na última época, como bom cartão de visita. “As pessoas com quem treinei incentivaram-me sempre a não desistir, apesar de perdermos a cada jornada. Queriam que fizesse golos e que levasse a equipa para a frente”, recorda João, que acabaria por terminar a última temporada nos Sub-20 do Futsal Azeméis.

Esta época, defende as cores do Azagães, cedido pelos oliveirenses, uma experiência intensa. “Sou de Paredes do Bairro, Anadia. Torna-se um bocado cansativo, mas fazendo o que se gosta e tendo um grupo unido ganha-se ânimo. Vou e venho dos treinos sempre alegre”, explica o ala, um dos artilheiros do Campeonato Grande Hotel de Luso, juntamente com João Mesquita, da Juventude de Fiães.

Ambos somam 16 golos, um registo que João Couto “não imaginava” e que apenas é possível com o apoio dos colegas. “Se é um objetivo ser o melhor marcador do campeonato? Não, não. Tanto posso ser eu como ter de ajudar um colega a sê-lo. Quero é ajudar a equipa”, diz. Os objetivos, esses, continuam a ser ambiciosos, apesar de um arranque de época titubeante. “Temos equipa para chegar ao primeiro lugar, mas não estamos a olhar para isso. A cada jogo, tentamos ganhar. Quanto mais positivos forem os resultados, melhor”.

Por entre palavras elogiosas a todo o staff do clube e aos adeptos, João Couto socorre-se do trabalho desenvolvido ao longo de cada semana de treinos para explicar o triunfo expressivo na ronda anterior do Campeonato Grande Hotel de Luso, diante do Gafanha, por 11-1. “Por vezes, os resultados não querem dizer nada. A vitória não foi fácil, mas fizemos o que o mister pretendia. Caímos logo em cima deles, tentámos acabar com o jogo cedo, e conseguimos”, remata o ala.

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31 de Janeiro de 2019
Rui Santos
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